quinta-feira, 7 de julho de 2011

É hora de mudanças no Atlético

Olá, pessoal! Em mais esse áudio, falo um pouco sobre a situação preocupante vivida pelo Clube Atlético Mineiro. Será que não passou da hora de mudar?

É hora de mudanças no Atlético by joaovitorcirilo3

domingo, 3 de julho de 2011

Empate sem gols na estreia do Brasil na Copa América

Brasil e Venezuela ficaram no 0 a 0, na primeira partida da Copa América. Um jogo sem destaques individuais, muito toque de bola e poucas finalizações.

Os primeiros minutos foram de ritmo forte na marcação do Brasil. A saída de bola venezuelana era muito dificultada pelo trio ofensivo brasileiro.

O primeiro lance de perigo saiu logo no primeiro minuto, com Robinho finalizando de fora da área. Depois disso, a Venezuela tentou sair para o jogo. O Brasil tinha um contragolpe forte que encontrava Neymar com liberdade, em certas oportunidades no início da partida.

Foto: AP

O Brasil priorizou o toque de bola. A maior posse de bola gerava menos objetividade e poucas finalizações. Além disso, a Seleção só atuava por um setor: o esquerdo.

Quando resolveu chegar pela direita, quase marcou. Aos 27 minutos, Daniel Alves tabelou com Robinho e rolou para Alexandre Pato dominar e finalizar com força no travessão. Pato apareceu novamente aos 31. Num lançamento de Ramires, o 9 do Brasil ajeitou com perfeição e chutou rasteiro para a defesa em dois tempos de Vega. A defesa e o meio do Brasil insistia em lançamentos em direção à Alexandre Pato.

A Seleção Brasileira perdeu chance incrível aos 38. Robinho recebeu com liberdade na esquerda, tirou do goleiro e o zagueiro Vizcarrondo deu um carrinho e salvou a bola com o ombro.

Ganso foi pouco acionado. Nas vezes que foi, deu no máximo dois toques na bola. E era essa a chave para o Brasil chegar. Toques de bola rápidos e objetivos. O craque da camisa 10 foi chamado aos 45 minutos e com um passe brilhante colocou Neymar na cara do gol. O colega de Santos não teve tranquilidade para marcar e a bola foi desviada pela zaga.

Na primeira etapa, um fato mereceu destaque. Um cachorro invadiu o campo, e interrompeu o jogo na metade do primeiro tempo. O árbitro Raul Orosco interrompeu a partida no tempo em que o cachorro permaneceu dentro do campo. O cão deu uma pequena volta olímpica e saiu tranquilamente, como se estivesse na sala de estar de seu dono.
Foto: Reuters

As equipes voltaram sem mudanças. A insistência brasileira pelo setor esquerdo também não mudou. Sempre atacando por um lado só. O toque de bola também não mudou. E nem a demora do mesmo. Robinho não estava no jogo. Neymar também não havia entrado em campo.

Por falar em Robinho, Mano Menezes o retirou de campo. Saiu muito vaiado. E merecidamente. Fred entrou para a sua vaga. A Velezuela também mudou. O amarelado Rondón saiu para a entrada de Moreno. Tudo isso aos 15 minutos.

A Venezuela tentava sair nos contragolpes. Nem sempre com eficiência. Chegou aos 27, quando Arango finalizou de canhota, para fora.

Depois desse lance, Mano chamou Lucas (que já tinha seu nome pedido pelo torcedor) e Elano. Pato saiu por opção do treinador. Ramires, por lesão.

O tempo passou e nada de importante foi criado. Nem de um lado, nem do outro.

Fim de papo, numa estreia apagada do selecionado verde e amarelo.

Ficha do Jogo:
Brasil 0x0 Venezuela
BRASIL: Júlio César; Daniel Alves, Lúcio, Thiago Silva e André Santos; Lucas Leiva, Ramires (Elano) e Paulo Henrique Ganso; Robinho (Fred), Neymar e Alexandre Pato (Lucas).
Técnico: Mano Menezes.

VENEZUELA: Vega; Rosales, Vizcarrondo, Perozo e Cichero; Rincón, Lucena, González (Di Giorgi) e Arango; Rondón (Moreno) e Fedor (Maldonado).
Técnico: César Farias

O jogo foi realizado no Estádio Ciudad de La Plata, em La Plata. Teve arbitragem de Raúl Orosco, que foi auxiliado por Efrain Castro e Marvin Torrente, ambos da Bolívia.

O Brasil volta a jogar no próximo sábado, contra a seleção do Paraguai, às 16 horas. A Venezuela enfrentará o Equador, às 18h30, também no sábado.

sábado, 2 de julho de 2011

Cartola FC - Pitacos para a 8ª rodada do Brasileirão

Boa noite, amigos. Trago à vocês um áudio que gravei com Arthur Stabile, amigo e companheiro de blog Boleiros da Arquibancada, onde conversamos sobre a próxima rodada do Brasileirão e damos nossos pitacos sobre a 8ª rodada do Cartola FC. Ouçam e opinem.

Podcast - A apostas para a 8ª rodada do Campeonato Brasileiro no Cartola FC by joaovitorcirilo3

Áudio também disponível nos blogs:
http://boleirosdaarquibancada.blogspot.com/
http://arthurstabile.blogspot.com/

Santos vence o América e sobe posições no Brasileirão

Num jogo muito ruim, Santos e América duelaram nesse sábado no Paulo Machado de Carvalho, em São Paulo. O Peixe venceu por 1 a 0. Com a vitória, o Santos sai da Zona de Rebaixamento e voa rumo à 11ª posição, com oito pontos. O jogo realizado hoje foi adiado da sexta rodada, devido à disputa dos paulistas na Libertadores.

O Santos saiu à frente do placar logo no início. Danilo cobrou falta do setor esquerdo de meio-campo em direção à área. Nada aconteceria se Anderson não colocasse a cabeça na bola para marcar contra seu próprio gol. A fase não é nada boa para o lado do Coelhão. 1 a 0 para o Peixe, aos 7 minutos.
Foto: Fernando Borges / Terra

O Santos seguiu dominando por toda a primeira metade do primeiro tempo. Depois disso, o América foi se soltando.

Gilson protagonizou um lance que gerou reclamação da equipe americana. O lateral recebeu o passe na área, tentou driblar o goleiro e foi derrubado por Rafael. O árbitro mandou seguir.

Danilo saiu lesionado aos 30 minutos. O garoto santista se chocou com Arouca e tentou continuar. Não conseguiu. Segundo o próprio jogador, o choque não preocupa. Foi apenas uma pancada.

O Santos, assim como o América, também reclamou de uma possível penalidade aos 36 minutos. O cruzamento pela direita teria sido interceptado com a mão por Anderson. Segue o jogo.

Pará perdeu gol incrível aos 40 minutos. O lateral recebeu o passe em profundidade e saiu na cara de Flávio, mas bateu pra fora. Último lance de perigo da primeira etapa.

A defesa do América apresentava muitas falhas. Mauro Fernandes teria que resolver o problema no intervalo. Para o Santos, bastava seguir pressionando que marcaria logo o segundo gol.

Logo no início da segunda etapa, o Santos perdeu outro jogador por lesão: Alex Sandro. Charles entrou no seu lugar.

As lesões de Alex e Danilo preocupam não somente Muricy Ramalho, mas também Ney Franco, que conta com os jogadores para serem titulares no Mundial sub-20, nesse mês.

O Santos passou a jogar muito mais recuado. Possebon, Charles, Arouca e Roger formavam o meio-campo.

As primeiras oportunidades de perigo da segunda etapa foram do América. Em uma delas, a bola levantada na área terminou com desvio de Fábio Júnior por cima. O atacante perdeu gol incrível, pois estava quase na pequena área.

O segundo tempo foi um tanto quanto sonolento. Ninguém criava, todo mundo marcava.

Chances de "perigo"? Só uma. Mesmo assim, com muita boa vontade minha em chamá-la de chance de perigo. A finalização foi de Borges.

Léo saiu de campo chorando. O lateral-esquerdo santista torceu o tornozelo.

Ficha do Jogo:
Santos 1x0 América
SANTOS:Rafael, Pará, Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Alex Sandro (Charles), Danilo (Possebon) e Roger Gaúcho (Bruno Rodrigo); Rychely e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho.

AMÉRICA: Flávio, Marcos Rocha, Anderson e Gabriel; Glauber (Kempes), Dudu, Willian Rocha (Fabrício), Rodriguinho (Netinho) e Gilson; Alessandro e Fábio Júnior.
Técnico: Mauro Fernandes.

A partida foi realizada no Estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), em São Paulo, que contou com um público pagante de 5.912 pagantes, gerando uma renda de R$ 110.395,00. A arbitragem foi de Wilton Pereira Sampaio, do Distrito Federal. Ele foi auxiliado por Márcia Lopes Caetano, de Roraima e Marrubson Melo Freitas, do Distrito Federal.

O Santos volta a jogar na próxima quarta-feira, contra o Fluminense, na Vila Belmiro. O América enfrenta o Palmeiras, em Sete Lagoas.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Líder Timão suporta a pressão e vence Bahia por 1 a 0

Jogando na Bahia, o Corinthians suportou a incrível pressão do Bahia na segunda etapa e venceu os donos da casa por 1 a 0. Vitória que deu ao Timão a primeira posição do Campeonato, com um jogo a menos. Júlio César foi o nome do jogo.


Foto: João Alvarez / Futura Press

A situação no pré-jogo não poderia ser melhor. O Bahia vinha de duas vitórias fora de casa, em boa ascensão. O Corinthians vinha de uma sonora goleada por 5 a 0 contra o São Paulo e poderia assumir a liderança se vencesse.

A festa no Pituaçu estava armada para receber essa grande partida. 32 mil pessoas eram garantidas já um dia antes do jogo.

A equipe baiana veio com uma surpresa na escalação. O técnico Renê Simões pôde escalar Ávine na lateral esquerda. O jogador era dúvida pois havia lesionado o joelho na partida anterior, contra o Atlético, em Curitiba. Além disso, o treinador do Tricolor optou por escalar Gabriel e deixar Nikão no banco. Isso porque Jóbson cumpriu suspensão. A equipe de Salvador vinha muito desfalcada. Dez jogadores estiveram impedidos de jogar.

O Corinthians veio sem qualquer tipo de surpresa. A única mudança foi a entrada de Edenílson no lugar do suspenso Paulinho.

Choveu muito em Salvador, antes da partida. Isso atrapalhou visivelmente as condições do campo.

O Bahia começou a partida em cima, pressionando. O Corinthians, recuado, tentava trabalhar a bola na defesa. O Tricolor quase saiu à frente do placar aos 7 minutos, quando Júnior soltou a bomba de fora da área e a bola passou raspando a trave defendida por Júlio César.

Liédson foi lançado ao ataque do Corinthians e derrubado na área, por Marcelo Lomba (Foto). Chicão cobrou com muita frieza, no meio do gol. 1 a 0 para o Corinthians.



A torcida do Bahia não se calou e tentou empurrar a equipe da casa, que até conseguia ter mais volume de jogo mas, sem converter o mesmo em gols.

Jancarlos levou amarelo aos 38 minutos e foi substituído três minutos depois. Renê Simões temia uma expulsão que poderia jogar sua estratégia toda por água abaixo. Marcos entrou em seu lugar.

Veio a segunda etapa e Liédson quase marcou aos 5 minutos do segundo tempo. Marcelo Lomba fez linda defesa em um chute à queima roupa. Escanteio. Após a cobrança, a bola sobrou para William que tentou emendar de primeira de voleio. Por cima. Pressão do Corinthians no início da segunda etapa.

O Bahia respondeu aos 8 minutos. Cabeceio consciente de Júnior, no cantinho de Júlio César, que voou para espalmar a bola para escanteio.

Marcone cobrou falta aos 19. Soltou a bomba do meio da rua e Júlio César evitou o gol de empate do Bahia. Mais uma linda defesa do goleiro do Corinthians que vinha se tornando o homem do jogo.

Alex estreou no Corinthians aos 20. Danilo saiu para sua entrada. Emerson entrou logo depois. Quem saiu foi Willian. O Bahia também mudou. Saiu Ricardinho e entrou Nikão. Mais velocidade no ataque baiano.

A torcida do Bahia reclamou pênalti aos 27. Chicão impediu a passagem de Maranhão, colocando a mão em seu peito e empurrando-o. Sandro Meira Ricci mandou seguir.

O Bahia continuava dominando a partida e ao Corinthians restava parar com faltas. foram amarelados. O clube baiano criava perigo nas faltas. Marcone cobrou outra falta perigosa aos 32 e Júlio César salvou mais uma vez.

Em mais uma falta, dessa vez na cobrança para a área, Fahel desviou de cabeça para as redes, mas estava impedido. Gol bem anulado do Bahia aos 35. Um pecado para o tricolor que já merecia o empate.

Daí para frente, sem chances de perigo. Mesmo com a derrota, o Bahia foi aplaudido por seu torcedor ao fim da partida. Um ato bonito. Fim de papo no Pituaçu, com vitória do Timão.

BAHIA: Marcelo Lomba; Jancarlos (Marcos), Danny Morais, Paulo Miranda e Ávine (Maranhão); Fahel, Marcone, Diones e Ricardinho (Nikão); Gabriel e Júnior.
Técnico: Renê Simões

CORINTHIANS: Júlio César; Weldinho, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Edenílson e Danilo (Alex); Jorge Henrique, Willian (Emerson) e Liédson (Moradei).
Técnico: Tite

A partida foi realizada no Estádio do Pituaçu, em Salvador. Jogo arbitrado por Sandro Meira Ricci, que foi auxiliado por Carlos Emanuel Monzolillo e César Augusto de Oliveira. Trio do Distrito Federal.

O Corinthians volta a jogar na próxima quarta feira, contra o Vasco da Gama, em São Paulo. Já o Bahia sai de casa para duelar contra o Avaí.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Villa Nova completa 103 anos de história

Hoje é dia de parabenizar ao povo novalimense pelos 103 anos de Villa Nova Atlético Clube, o Leão do Bomfim, maior campeão mineiro dentre os clubes do interior.

O Villa é um dos clubes de maior história do estado de Minas Gerais. Fundado em 28 de junho de 1908, é o segundo mais antigo clube que ainda segue em atividade, atrás apenas do Atlético, que faz com a equipe de Nova Lima o clássico mais tradicional desse estado.

O Leão disputa o Campeonato Mineiro desde 1927, torneio do qual fora campeão por cinco vezes (1932, 1933, 1934, 1935 e 1951). Foi vice-campeão estadual em seis oportunidades(1937, 1945, 1946, 1947, 1953 e 1997).

À título de curiosidade, uma partida envolvendo o Villa foi a de maior público do Mineirão. Cruzeiro x Villa, em 1997, contou com mais de 132 mil pessoas nas arquibancadas.

Em uma das sempre contestadas pesquisas do Instituto Datafolha, a torcida do Villa Nova foi apontada como a terceira maior do Estado, há três anos atrás.

Ouça o hino do Leão do Bomfim:


Apesar de alguns problemas com o comando da equipe, na diretoria, o Villa foi se arrastando pela paixão de alguns que não deixaram o clube morrer. O clube tem (ou teve) sérios problemas de administração na última década.

Que tempos melhores voltem à terras novalimenses e façam do Villa Nova uma grande equipe também dentro das quatro linhas, como fora um dia.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Podcast - Situação preocupante das equipes mineiras

De volta com mais um áudio aqui no blog. O assunto agora é sobre a situação das equipes mineiras. Ouçam e deixem seus comentários abaixo, sempre muito importantes para mim.

sábado, 25 de junho de 2011

Dobradinha da RBR para o GP da Europa

Nos treinos classificatórios para o GP da Europa, em Valência, tiveram como pole position o espetacular Sebastian Vettel (sétima vez no ano), seguido por seu companheiro de equipe, Mark Webber.

Foto: AFP

Mudanças no mapeamento de motor e novos pneus dificultam as coisas para os grandes

O GP marcou a proibição do maior uso da emissão de gases no difusor. Isso acontece da seguinte forma: se o motor recebe a maior emissão de gases, o motor continua acelerando mesmo na freada, devido à ação de dois cilindros. Na corrida isso já não é possível de ser feito pois o gasto de combustível é maior e põe em risco o motor. Então, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) determinou que o mapeamento de motor usado no treino classificatório teria que ser usado na corrida.

Além disso, o uso desse sistema desviava a entrada de ar para o difusor, reduzindo a pressão do motor para conseguir mais energia, melhorando a pressão aerodinâmica e equibilibrando o carro, consequentemente.

A corrida também marcou como a primeira prova em que os pilotos usariam pneus médios. E as equipes grandes começaram dessa forma. Os pilotos de equipes menores, como Pérez, Maldonado e Sutil se deram bem, no início, usando pneus macios. Pneus que, em média, são um segundo e meio mais rápidos. As equipes principais não estavam muito bem. Quem mais sofria com os pneus médios era a Ferrari e a RBR de Webber.

Ao usar pneus macios, Massa se garantiu e fez o melhor tempo do Q1. Ficaram de fora Alguersuari, Kovalainen, Trulli, Glock, Liuzzi, D'ambrosio e Karthikeyan.


No Q2, os favoritos mostraram suas qualidades

Maldonado atravessou o carro na pista e a prova teve bandeira vermelha faltando 8 minutos para o fim do Q2. Problema causado por uma pane hidráulica, que faz com que o carro trave por completo.

Rubinho vinha bem no fim do Qualifying 2, mas travou o pneu direito na última curva da volta em que fazia seu melhor tempo. Não conseguiu melhorar mais seu tempo e larga em 13º.


Vettel coloca todos em seus devidos lugares no Qualifying 3

Para essa fase, ficaram de fora Petrov, Di Resta, Barrichello, Kobayashi, Maldonado, Pérez e Buemi. Todos os favoritos permaneciam para o Q3.

Alonso, piloto da casa, foi o primeiro a abrir volta e fez bom tempo de 1m37s454. Massa completou quatro décimos abaixo. Hamilton melhorou o tempo em um décimo. Mas ainda faltava Vettel, que chegou para engolir o tempo de todos e baixar quatro décimos para Hamilton e quase seis décimos para Alonso.

Weber fez 1m37s163 e obteve o segundo tempo. Dobradinha da RBR na primeira fila. Massa fez excelente última volta e roubou a 5ª posição de Button.

Amanhã, a largada foi formada da seguinte forma:

1º - Sebastian Vettel - 1m36s975
2º - Mark Weber - 1m37s163
3º - Lewis Hamilton - 1m37s380
4º - Fernando Alonso - 1m37s454
5º - Felipe Massa - 1m37s535
6º - Jenson Button - 1m37s645
7º - Niko Rosberg - 1m38s231
8º - Michael Schumacher - 1m38s240
9º - Nick Heidfeld -
1m38s781
10º - Adrian Sutil - 1m39s034
11º - Vataly Petrov - 1m39s068
12º - Paul di Resta - 1m39s422
13º - Rubens Barrichello - 1m39s489
14º - Kamui Kobayashi - 1m39s525
15º - Pastor Maldonado - 1m39s645
16º - Sergio Pérez - 1m39s657
17º - Sebastien Buemi - 1m39s711
18º - Jaime Alguersuari - 1m40s232
19º - Heikki Kovalainen - 1m41s664
20º - Jarno Trulli - 1m42s234
21º - Timo Glock - 1m42s553
22º - Vitantonio Liuzzi - 1m43s584
23º - Jerome D'Ambrosio - 1m43s735
24º Narain Karthikeyan - 1m44s363

O GP da Europa terá cobertura completa do blog Boleiros da Arquibancada.

Théo comanda a vitória do Brasil em Tulsa

A Seleção Brasileira Masculina de Vôlei acaba de vencer a equipe dos Estados Unidos e praticamente se garantiu na fase final da Liga Mundial. A equipe do Brasil venceu por 3 sets a 1, com excelentes atuações de Giba, Murilo e Théo. Vamos aos detalhes do jogo.

Tranquilidade do Brasil no primeiro set

O Brasil entrou em quadra com Bruno, Leandro Vissotto, Giba, Murilo, Lucão e Rodrigão, além do líbero Serginho. Já a equipe dos Estados Unidos jogaram com Anderson, Lee, Priddy, Millar, Thornton, Stanley e o líbero Lambourne.

Assim como no duelo entre as duas equipes no Ginásio do Mineirinho, o equilíbrio era evidente. Só havia um fator diferente que pesava a favor do Brasil: o saque. A Seleção melhorou muito esse fator em relação ao primeiro duelo das equipes aqui no Brasil. Logo no início deste set, Giba emplacou seu primeiro ace no jogo.

Vissotto saiu de quadra quando estava 6x6. Acusou uma fisgada na coxa e Théo entrou em seu lugar, por precaução. O Brasil manteve uma vantagem de dois pontos à primeira parada técnica.

A título de curiosidade, fica um detalhe: Toda a equipe titular dos Estados Unidos joga em ligas importantes da Europa. Reflexo do bom trabalho feito nas universidades americanas. Por falar nelas, esse ginásio do jogo de hoje, em Tulsa, Oklahoma, fica dentro de uma.

O Brasil seguiu à frente dos Estados Unidos e abriu um ponto a mais de vantagem. A segunda parada técnica se deu com o placar de 16 a 13 para o Brasil.

Bruno fazia a Seleção do Brasil trabalhar muito com as bolas de meio tempo. Além disso, o Brasil se destacava com os saques de Giba. Além de um ace, fez com que mais dois lances se oferecessem para Théo e Rodrigão arrematarem de xeque.

Os Estados Unidos conseguiram buscar e diminuir a vantagem. Em determinado momento, chegou a empatar o jogo. Mas a Seleção Brasileira demonstrou concentração e abriu uma vantagem de quatro pontos. Théo fechou o set em 25 a 21.

As estatísticas do primeiro set demonstravam ampla superioridade no ataque do Brasil. 18 pontos contra 12 dos americanos. Saques do Brasil complicavam o passe e, consequentemente dificultavam o ataque adversário.


Segundo set pra manter o ritmo

Théo entrou muito bem no jogo. Um dos responsáveis pela boa vantagem (quatro pontos) aberta pelo Brasil no início do segundo set. Isso mostra a força do elenco da Seleção que, quando necessita de chamar jogadores do banco de suplentes, obtém a mesma resposta dos titulares, quando não demonstra melhor atuação.

Knipe parou o jogo e os EUA empataram o jogo em 4 a 4. Impressionante já era a vantagem aberta pelo Brasil. Mais impressionante ainda foi a força e o poder de reação mostrado pelos Estados Unidos. Bernardo também parou o jogo e o Brasil voltou a pontuar.

Murilo fez dois pontos em sequência. Um bloqueio e outro numa largadinha espetacular. Vantagem brasileira à primeira parada. 8/6.

Bloqueio do Brasil funcionava muito bem. Ora com Murilo, ora com Rodrigão. Com eles e com os bons saques de Lucão, o Brasil abriu cinco pontos de vantagem após a parada.

Bruninho fazia bela partida. À altura da segunda parada, a vantagem era novamente como a inicial, de quatro pontos.

Giba fazia uma excelente partida e era fundamental no saque, como disse anteriormente. Está em plena forma física aos seus 34 anos. Outro bem em quadra era Murilo. Talvez o melhor. Aliás, os ponteiros do Brasil fazem grande Liga Mundial. E Dante nem havia participado de nenhuma partida ainda. A concorrência pela titularidade ficará ainda maior. Bernardinho terá que decidir entre Giba, Murilo e Dante para duas vagas.

Théo continuava sendo outro destaque. Entrou demonstrando muita determinação e raça. Soltava o braço em todos os lances, sem dó.

Num erro de saque de Stanley (coisa rara, vinda do melhor sacador da Liga), o Brasil fechou o set em 25 a 20.


Equilíbrio no terceiro set faz com que Estados Unidos volte ao jogo

A igualdade voltou a predominar nesse set. À primeira parada, a vantagem de apenas um ponto a favor do Brasil demonstrava bem isso.

A recepção da Seleção Brasileira piorou bastante. A equipe americana voltou para o set bem melhor, mais concentrada. Pegava o Brasil bem nos bloqueios, fator que começou a funcionar.

Brasil perdeu o controle do jogo, errava muito e estava desligado no jogo. Bernardinho tentou a inversão do 5 em 1, colocando Marlon e Dante, que entrava pela primeira vez em quadra pela Liga Mundial.

Os Estados Unidos mantiveram boa vantagem e fecharam o set em 25 a 21.


Brasil de volta ao jogo no quarto set

Brasil retomou o foco e Bruno abastecia o ataque com bolas em velocidade. Apesar dos bons saques da equipe norte-americana, o Brasil tinha a pequena vantagem à primeira parada técnica: 8 a 7.

O décimo ponto foi emblemático para demonstrar o quanto estivera atento o Brasil. A defesa fez milagres para manter a bola viva e Giba foi espetacular. O Brasil atacou e do outro lado a defesa falhou.

Da segunda parada para frente foi só manter a calma para administrar a vantagem. Alan Knipe parou o jogo mas não obteve resultados satisfatórios. O Brasil fechou o set em 25x21 e o jogo em 3x0. Num jogo em que Théo (24 pontos), Murilo e Giba (17 pontos) foram fundamentais para a vitória.

O Brasil só não se classificará para a próxima fase da Liga se perder todas as suas partidas por 3/0 ou 3/1. Brasil e Estados Unidos voltam a se enfrentar amanhã, às 21 horas, em Tulsa.

Classificação do Grupo A, retirada do site da FIBV:

Rk

Sigla

Time

Pontos

Jogos

Jogados

Vencidos

Perdidos

1

BRA

Brasil

24

9

8

1

2

POL

Polônia

15

9

5

4

3

USA

Eua

15

9

5

4

4

PUR

Porto Rico

9

9

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Análise: Santos 2x1 Peñarol - Peixe campeão da América, mais uma vez

Foi sofrido. Foi suado. Foi especial. O Santos, após nada mais, nada menos do que 48 anos, conquista o título da Libertadores da América. A geração de Coutinho, Pepe e, evidentemente, Pelé, não imaginaria que, quase 50 primaveras depois, poderia assistir garotos tão bons como Danilo, Arouca, Adriano, Ganso e Neymar. Linda vitória, linda festa do torcedor. Ridícula a postura uruguaia, após a partida, como sempre.

Foto: EFE

Um Santos de Rafael no gol. Danilo de volta à lateral, formava a defesa juntamente com Edu Dracena, Durval e Léo, de volta após lesão. Adriano o da marcação. Arouca também, mas um pouco mais avançado. Elano, recuado para a sua posição de origem, abria espaço para o espetacular Paulo Henrique Ganso se juntar à companhia de forma sensacional. O contestadíssimo Zé Eduardo formava dupla com o incrível Neymar.

Paulo Henrique Ganso era o que gerava maior expectativa, juntamente com Neymar, obviamente. O camisa 10 do Santos voltava após rápida recuperação de lesão. Começou o jogo conseguindo se livrar bem da fraca marcação individual uruguaia.

A partida começou como se pensava que começaria. O Peñarol veio para marcar o Santos e, se possível, sair nos contragolpes. Isso acontecia. Já o Santos forçava a definição rápida das jogadas, os lançamentos. Neymar era pouco explorado. Essa era a postura errada.

A partir da segunda metade do primeiro tempo de jogo, o Santos começou a marcar a saída de bola do Peñarol com eficiência. Essa era a postura correta.

A retranca uruguaia era cada vez mais evidente. O Santos avançava, rondava a área do Peñarol, mas não marcava. Faltava alguém para fazer gol. Faltava Borges.

Neymar deveria ter sido expulso aos 35, quando entrou com as travas na perna de Alejandro González, que teve de ser substituído por Albín. Neymar levou amarelo e o Santos saiu no lucro.

O Santos tinha o maior volume mas, no primeiro tempo, nada de gols.

O segundo tempo começou de forma espetacular para o Santos. Logo no começo, o peixe achou a chave para a vitória. Marcando o gol rapidamente, o Peñarol teria que sair, abriria espaços e, se não conseguisse marcar, iria para a pancadaria.

Arouca começou a jogada e rolou para Ganso. O craque devolveu de calcanhar. Arouca carregou, levou dois marcadores e rolou para Neymar que finalizou. O fraco goleiro Sosa aceitou. Era o Santos saindo na frente, numa linda jogada de Arouca e Ganso.

Eu disse sobre as duas possibilidades que teria o Peñarol. As duas aconteceram. O Peñarol saiu pro jogo, marcava (e muito), o Santos no campo defensivo brasileiro. Já o Santos tocava a bola. Pacientemente. A posse de bola à altura dos 15, 20 minutos evidenciava bem o que digo: 65% a 35%, para o Santos.

A porteira tinha tudo para abrir. O goleiro Sosa foi "o menino da porteira". Falhou no primeiro gol, mas no segundo não teve tanta culpa assim. Danilo recebeu a bola na ponta direita, cortou para o meio e finalizou de canhota, no canto direito baixo de Sosa. Golaço. 2 a 0. Nos espaços cedidos, o Santos se deu bem.

Aguirre abriu ainda mais sua equipe. Colocou o atacante Estoyanoff em campo e retirou Albín, zagueiro que havia substituído González, machucado.

Após a mudança, os uruguaios marcaram. O recém-chegado para a festa, Estoyanoff, protagonizou jogada de velocidade pela direita, bateu para o meio da área e Durval, que tentou cortar, colocou para dentro do gol. Segundo gol contra de Durval em uma final de Libertadores (o primeiro foi pelo Atlético Paranaense). 2 a 1.

E aí vinha sofrimento. Porém, os santistas tiveram a chance de acabar ali mesmo com ele. Ganso e Zé Eduardo não fizeram questão de encerrar o jogo. O Santos chegou pela esquerda, num cruzamento para a área. Ganso brigou com a bola, não conseguiu finalizar com força, mesmo estando dentro da pequena área. Zé Eduardo ainda tentou desviar o chute com a cabeça, mas também não obteve sucesso. Gol incrível perdido.

Ganso saiu aos 41 e Muricy aproveitou para fechar a equipe. Entrou Pará. Dessa forma, Danilo avançava um pouco e o Santos terminaria a Libertadores com o meio-campo que atuou durante grande parte da competição.

Zé Eduardo gostava mesmo de emoção. Ele ainda perderia gol incrível, já aos 45. O Peñarol foi com tudo para o ataque e levou o contragolpe. Pará encontrou Neymar, que tocou por cima do goleiro. A bola ficou na trave e se ofereceu para Zé Love, que tinha tudo para marcar, mas finalizou para fora. Tudo bem que a bola desviou levemente no zagueiro, mas não era gol pra ser perdido.

E foi só. Santos campeoníssimo da América em 2011.

Preciso falar sobre qual foi a postura dos uruguaios após a derrota? Pancada, violência. Lamentável. Deixa para lá. Falemos do campeão.

A expectativa agora se volta para o Mundial. Aliás, a expectativa se volta para os seguintes questionamentos: Como chegará o Santos para o Mundial? Neymar e Ganso saem? É aguardar.

Parabéns Peixe! Por três vezes, é quem dá a bola na América!